Bem, esta última semana foi bastante cheia...
Cinco dias no Espírito Santo inteiramente dedicados ao trabalho de disseminação da Plataforma Sharepoint -Treinamento, apresentações e workshop....
É muito bom ver o quanto as pessoas se interessam pelas potencialidades da plataforma, e esse interesse aumenta à medida em que vão conhecendo mais, e entendendo melhor as possibilidades de aplicação da tecnologia em cenários reais do dia-a-dia para resolver problemas frequentes e proporcionar maior vantagem competitiva às organizações.
E isso se dá de maneira muito mais forte em cenários onde já exista uma experiência com versões anteriores pois, nestes casos,
já existe um direcionamento sobre em que o Sharepoint pode ser aplicado e um "anseio" sobre as melhorias e novas implementações.
Além disso, é muito legal quando as pessoas entendem que, embora seja praticamente impossível ( no mínimo impraticável ) dominar a fundo todas as funcionalidades, é muito importante que tenhamos o campo de visão aberto e procuremos sempre por novas formas de enxergar e combinar os recursos, mesclando os perfis e não se prendendo simplesmente à atuações prévias, seja como desenvolvedor, analista de sistemas, arquiteto da informação ou analista de infra-estrutura.
Vamo que vamo, que a plataforma está se expandindo, e a cada dia que passa aumenta o nosso time de aficcionados pelo Sharepoint e pelo que suas aplicações podem proporcionar às empresas, principalmente no que diz respeito aos resultados dos Trabalhadores do Conhecimento.
Um grande abraço para a turma que participou do treinamento; com os quais tive oportunidade de compartilhar boas experiências desta caminhada nos trabalhos com as tecnologias Sharepoint.
Aproveito para deixar meu comentário sobre o excelente artigo do nosso companheiro de blog WoodyW, que em seu post Your (Share)Point of View, faz uma analogia entre o Sharepoint com a parábola do grupo de cegos, onde, ao encontrar um elefante, cada um tira suas conclusões e constrói sua própria "visão" baseando-se na parte da "besta" com a qual tiveram contato. Ao final, o treinador do elefante os diz, primeiro, que não existe uma visão absoluta e segundo, que não devem se prender simplesmente às impressões geradas pelo contato com uma parte isolada ou uma experência única.
Trazendo para a nossa realidade, a minha moral da história é que Não importa o quê. COMO olhamos para a plataforma, seus recursos integrados e principalmente o porquê de se utilizar toda esta "parafernalha" é o que importa. Sabemos que a tecnologia por si só não se justifica. E além de visualizar possíveis combinações das funcionalidades oferecidas, não podemos nunca nos esquecer de que tudo isto deve ter um propósito, e irá interagir com pessoas. E só evoluímos e melhoramos nossa visão ( consequentemente nossos resultados ) se trabalhamos com objetivos. Cada um de nós consegue, sem pestanejar, citar pelo menos 3 projetos mal-sucedidos por ignorarem alguns destes critérios.
Então, por que não acordamos todos os dias e procuramos por partes da "besta" nas quais somos meramente... cegos?
Está lançado o desafio!!! 
*** Livro da vez: "O Mundo é Plano", de Thomas L. Friedman